quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ainda não posso

Pego lhe a mao
Nao lhe posso a seis
Pergunte, por que te amo
Durmo outra vez

Trigo duro, me
Perco a hora, te dou um beijo
Possuo o batido
peço carona, te deixo

Sacode-me as glorias da familia
perco as horas pelos suores
nao me consagro
mas em sua vida lhe concilio

Ainda não lhe posso as dez
talvez outro dia
talvez outra vida

Mas por sua vida
Ainda me vale a pena

Certo que
por sua vida, a minha
ainda eh plena.
Sonorhc Ekana