Interrogatório de uma ovelhaFiguras épicas manifeste-se
Porque ignoraste Quasímodo?
Sua força fora tão vasta
Sua alma tão plena
Por que lhes pergunto?
Energúmenos gastônicos
Que recebera o reflexo de suas podridões
E vestes Bela amar, ao ar.
E mesmo condenado por gafa
Sua arte fora profetizada
Aqui entre nossos pés
Conseguiste mais do que um mero mestre
Não se exclua majestade
Não se compare entre os homens
Sua voz agora é venerada
Pertence-te ao Olimpo
Mesmo você, Rei
Que não pôde mais ver as estrelas
Possui mãos magistrais que lhe compõe
De um louvor aclamado, o mundo.
Agora asseguro-me
que tolos como estes,
Ditos por figuras estúpidas,
Consolidam-se entre suas mentes
E adormecem entre nossos dentes.
Sonorhc Ekana