quinta-feira, 15 de outubro de 2009




Turned in vinegar

Down Here
With a disgusting Fresh
Spated from pockets of cash
We have some trash

Anyone could comprehend
Any little bit, my friend
Right in your hands
Shandows inside formal pants

Down Here
Turned in a mash
Trying to become sad
We have some more trash

Sonorhc Ekana


Visões Malditas

Passos no escuro não mentem
Em ecos de ruidos
Aproximam-se os gritos
O braço estedido

Diante do proximo passo
Ilusões acidas de um futuro
Imaginado sem fundo
Atormentam-lhe a alma

Tangentes de pensares
Lascam lhe a imagem
Cacos de feridas
Das memórias mais frias

Conceitos lhe vem ante a vista
Pesadelos atados se aglomeram
Pensa o mais ordinário
Falta lhe a coragem no olhar, dorme

Pós escrito:
Boa noite meu filho.

Sonorhc Ekana

domingo, 4 de outubro de 2009


Franco Leitor

Anjo ferido em frepas
Lunático alado em tragos
Mostro-lhe a alegria
Vivendo incluso nesta via

Restauro o sangue de pedras
Retirado a cada gota
Ministrados por ensaios
Desde a primeira letra

Crecidos a la carte
Por literais feições de mundo
Castigado em torno da arte
Poetas aclamados me torturam

Forçam-me a deliciar em estrofes malditas
Jogam-me versos iludidos
Me peçam para destrinchar as mais lidas
Não consigo subjetivos mais precisos

Chego ruir em destroços
Destroços cimentados por ervas
Usadas por todos aqueles
Que promovem a minha vida a trevas
Sonorhc Ekana

segunda-feira, 14 de setembro de 2009




















Ratos

Nômades do deserto de concreto
Vistos como timidas penumbras
De becos imundos,
Seletos Procuram

Mais populares são
Mais terríveis estão
Usados em cada verso
Violentos, Sangnários, imersos

Em mãos frias
Jorram lágrimas
Feito Balas
Choradas

De Las Vegas a Brasília
Roletas rodam
Escandalosamente russas
Silenciam

Sonorhc Ekana

sexta-feira, 26 de junho de 2009




























Crocodilos Urbanos

Aqui mais uma vez
Trago-lhe as novas velhas
Pompeia aqui outra vez
Tragedias cegas

Ainda te mostro o paraiso
Que você ainda sentado
De pernas para o ar
Não questiona em me adorar

Decapitados pela natureza
Inevitável morte
Natureza impropria
Descarada sórdida

Estou ao lado de mais um
Procurando o culpado dele ser um
Não me adimira o cativo
Deste que não é mais vivo

Comentario inuteis
Jamais meu foram uteis
Sabia desta mentira deslavada

Não largo minha câmera por nada
Sua vida é minha campanha
O que achas que posso fazer
Te dar o que comer?

Sonorhc Ekana

quarta-feira, 24 de junho de 2009


Enjoyed Night

It was the first time in Oak
I ordered number five

Smiling, shining, growing, lying
He said

Good Night
It's good to see you
hum, Dr. Serna

So I'll never went back
And please, don't ask why!

Sonorhc Ekana


segunda-feira, 22 de junho de 2009



Limitador

Tempo ordinário
Não compreede a alma de um ser?
Sufoca-o como o bem querer
Não percebe que és pertubado?

Tempo és esperança de um ótario
Preso ás tentativas do passado
Preso á inercia da esperaça
Não evolui, estático a mudaça

Mesquinho não achas
Capaz de alcamar as guerras homericas
Capaz de estourar na paz eterna
Mequinho tu és

Tempo como pode me trair
Amava-a tão piamente
Agora me deixas cair
Nesta calma, que não mente

Quero a loucura de não acreditar em te
Quero ama-la sem pensar no fim
És a sombra do meu caminhar
Meus amores eternos a pertubar

Tempo se me permite
Jogo em te as caras deste mundo
Por que são essas que mandam
Sonhar num futuro

Sonorhc Ekana

terça-feira, 9 de junho de 2009



Interrogatório de uma ovelha

Figuras épicas manifeste-se
Porque ignoraste Quasímodo?
Sua força fora tão vasta
Sua alma tão plena

Por que lhes pergunto?
Energúmenos gastônicos
Que recebera o reflexo de suas podridões
E vestes Bela amar, ao ar.

E mesmo condenado por gafa
Sua arte fora profetizada
Aqui entre nossos pés
Conseguiste mais do que um mero mestre

Não se exclua majestade
Não se compare entre os homens
Sua voz agora é venerada
Pertence-te ao Olimpo

Mesmo você, Rei
Que não pôde mais ver as estrelas
Possui mãos magistrais que lhe compõe
De um louvor aclamado, o mundo.

Agora asseguro-me
que tolos como estes,
Ditos por figuras estúpidas,
Consolidam-se entre suas mentes
E adormecem entre nossos dentes.

Sonorhc Ekana

terça-feira, 2 de junho de 2009




Perfeito tolo


Ser supremo lhe digo 
Estou só,
Afogado em minha índole
Careço de sua ilusão

Alucino sua crítica
Me esculte 
Te emploro
Não aguento outra dose

Meus dizeres beiram a perfeição
Merecem respeito
Meu tempo é curto
Carece de atenção

Me liberte, lhe suplico
Não aguendo este agror
As palavras são tão doces
Tão inuteis

Pena que ainda sou só
Lembranças tão perfeitas
Ideias plenas
Ignoradas

Não me ignore.
Não tema
Esculte me
Logo existirei

Outrora, Jesus teria negado 
ser o filho de deus

Sim sou quase divino
Deus, você está sozinho?

Sonorhc Ekana


sexta-feira, 22 de maio de 2009


Suicídio do infiel

Cartas lucidas ao seu lado
Caligrafada pela luz das estrelas
Almejam o seu último suspiro
Lado a lado perto deste abismo

Cercados de canibais lendários
Vivemos na luxuria morta
Caímos no mar de glória
Consumimos seus magnificos dejetos

Concluo ó meu amo
Vivi demais,
Escorado em cada pilastra
Deste mundo ordinário

Tenho medo de diser adeus
Falaram-me de irmãos sóbrios
Falaram-me de ordem
Falaram-me de paz

Acreditei em ti mestre
Mas perdi fé,
Não me detive em dizer
Suas ídeias eram simplismente repugnantes

A cada ar que inspiro
Perfura meu corpo
Uma briza de paz
e um sopro de delírio

Sonorhc Ekana

quarta-feira, 20 de maio de 2009


Vidas Passadas

Gostaria de sentir mais uma vez
O lindo sabor do amanhecer
Ao seu lado
Em seu canto
Dentro de teu manto

Não queria ter fugido
Desesperado, futil
Não queria ter ido
Sem você foi inutil

Cicatrizes alucinadas
Machucam-me,
Marguras passadas
Por favor, não me iludam

Saudade
Fico deitado
Sonhando acordado
Amando-lhe
Não mais ao meu lado

Era feliz
Deveria pelo menos
Embriago-me nas cruzadas
Vomito escolhas erradas

Não preciso mais me lembrar
Não conti em te amar
Seu sorrio,
Foi a única lágrima em meu olhar

Aquilo não foi paixão
Nunca fui capaz de senti-la
Mas fui capaz de segui-la
Sinistras sombras derramadas no chão

Gostaria de sentir pelo menos mais uma vez
O seu perfume sereno
Eterno momento
Fragmentando-se em cada sentimento

Sonorhc Ekana

quarta-feira, 13 de maio de 2009


Comidos crus

Teus sonhos são pesadelos
Campos infestados de pragas
Pessoas, porque limitam-se no infinito
Afogam-se no oceano
Nas proprias lágrimas

Carbonize-se nas estrelas
Congele-se nos cometas
Rá Rá Rá Rá
Conglemerados de átomos insignificantes

O chão é mais próximo
O chão é mais duro
De pé descalço,
Está a mercê da própria da sorte

Poeiras da fraqueza
Gaia soberana
Vocês, escravos do tempo
Vislumbram a própria morte

Realidade amarga,
Ao meio de ruínas
Precisamente nescessária
Heróis reais, cientes,
Lutam contra tiranos inocentes

Rá rá rá rá rá
Tiranos fiéis, à própria ilusão

Pelos pores do sol disperdiçados
O tempo de condenará
Neste mar de rosas útopico
A vida te levará

Sonorhc Ekana

terça-feira, 12 de maio de 2009


A colheita

Aqui estavamos
Outrora estavéis
Eufóricos, risonhos
Meros burgueses

Aqui estão vocês
Melancólicos
Sobre o eclipse total
Neste último apogeu
Ilusão da ruína
Meros fieis

Aqui estão eles
Nobres pobres miséraveis
Desrepeitados com sabedória
Infieis à propria alavanca
Ignorando a própria sorte
Meros patrícios

Ali estaremos
Entredidos ao azar
Desmacaradamente inutéis
Desprogredidos
Apendicês do tempo
Meros sapiens do amanhã

50n0rc 3k4n4

segunda-feira, 11 de maio de 2009


I want more

By my side I try
Walk around in the stars
Throw then in to the sea
Make their bright down

Walk beside the planets
Can talk with the milk way
I'm high, I'm high
See my self
Setting in the control of the sun

Don't think I don't want more
I want more and more
I always wanted more
I just want the rest
I just want the universe

50n0rhc 3k4n4

domingo, 10 de maio de 2009



Cansado

Não quero mais nada
Ja fui um ente querido
Ja fui um ente maldito
Chega de tanta indifereça

Não quero mais nada

Não quero mais a noite
escuridão insana,
lembranças insanas,
Chega de tanta clareza

Chega de tanta indifereça
Não quero mais nada

Quero viver
quero dizer
quero ser

Chega de tanta indifereça
Não quero mais nada
quero ser

Não, não, não,
Não sou mais ele
Não tenho mais aquilo
Sou ainda vivo
Fora isso

Chega de tanta indifereça
Não quero mais nada
quero ser
Fora isso

Lembranças da vida
serana e tranquila
feita de corridas intrimecidas
Loucura sensata

Chega de tanta indifereça
Não quero mais nada
quero ser
Fora isso
Loucura sensata

50n0rhc 3k4n4

Caminho certo

"SÓ aquele que SABE
SUFICIENTE para saber
todOs homens chegarão
sua única verdade verão

caminhos cheios de curvas
reviravoltas ao acaso
aQUi nas maravilhas
alicE poderá CHEGAr atrasAdO

criAda a sangue
senhor, não nos agrida
soMOs seu feito
e ainda peRmanecemos imperfeitos"

50n0Rhc 3k4n4

sexta-feira, 8 de maio de 2009
























Não são tão

Cairão Governos que governam
Houveram Governados, não!
Rirão Governadores desgovernados
Otários, São!
Nascidos Desgovernados governam
Ousados Governos desgovernados
Sim, Estão.

Sonorhc Ekaná

segunda-feira, 13 de abril de 2009


Hope a bit at last

"Look hard'n deep
In front of you'll see
A brigh light
In a dark future
Look beyond the past
You'll just remember
Seeking angry
A bit at last"

Sonorhc Ekaná


Terras Evoluídas


"Acima das montanhas do norte
Em suas secas entranhas
Migalhas proximas ganham
O Lucro arduo da morte"

Sonorhc Ekaná

sexta-feira, 10 de abril de 2009

















Escuridão ou Ilusão

"
O que este pensa? 
Estaria fugindo de um pesadelo ou preso numa ilusão?
Talvez a ilusão seja uma saida. Por que não?
Valeria mais, uma vida de ilusão ou uma vida de pesadelos?
Pesadelos seriam dores, ilusões seriam amores.
Não sei dizer o que seria melhor.
Mas sei o que seria pior.
Enclausurado na alma de um drogado ou envelhecido na carne de um alucinado."

Sonorhc Ekaná